Procissão de São Gualter: dá brilho e força às ‘Festas da Cidade e Gualterianas’

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A procissão de São Gualter percorreu, ontem, as ruas de Guimarães, reunindo milhares de fiéis e visitantes numa expressiva manifestação de fé, tradição e identidade. Um dos momentos mais simbólicos destas celebrações voltou a mobilizar a comunidade, perpetuando uma tradição profundamente enraizada na história e na identidade da Cidade Berço.

O presidente da Câmara Municipal, Ricardo Araújo, acompanhou a procissão, juntamente com a vereadora da Cultura, Isabel Ferreira, e o presidente de A Oficina, Esser Jorge Silva, associando-se ao cortejo religioso que ligou Urgezes ao centro histórico. A cerimónia contou ainda com a participação da Ordem Terceira de São Francisco e da Irmandade de São Gualter, cujo trabalho tem sido determinante para preservar uma tradição com quase quatro séculos de história.

Ricardo Araújo ficou impressionado com a religiosidade da Procissão de São Gualter. © Direitos Reservados

“Ricardo Araújo deixou um profundo agradecimento à Ordem Terceira de São Francisco e à Irmandade de São Gualter, reconhecendo o trabalho desenvolvido ao longo de todo o ano na preservação de uma das mais emblemáticas tradições religiosas de Guimarães” – salienta uma nota do Município.

“É nosso dever reconhecer e agradecer a todos aqueles que, com espírito de missão e dedicação, preservam esta tradição para as gerações futuras.”

Acrescentou, também, a importância de valorizar todos aqueles que dedicam o seu tempo e o seu esforço à defesa do património imaterial da cidade. “Manter viva a Procissão de São Gualter é manter viva a nossa identidade colectiva. É nosso dever reconhecer e agradecer a todos aqueles que, com espírito de missão e dedicação, preservam esta tradição para as gerações futuras. É graças a esse compromisso que este continua a ser um dos momentos mais nobres e simbólicos das Festas da Cidade e Gualterianas”.

Ao longo de todo o percurso, milhares de pessoas associaram-se à procissão, que contou com cerca de 250 figurantes e voltou a transformar as ruas da cidade num cenário de profunda devoção. Uma participação expressiva que evidencia a força de uma tradição secular, vivida e preservada pela comunidade vimaranense.

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