Ricardo Araújo garantiu, em Macau, a realização do encontro em Guimarães e foi ainda eleito vice-presidente da mesa da assembleia-geral para o mandato 2026-2028. A decisão tomada na XLIII Assembleia-Geral reforça a projecção internacional de Guimarães e antecipa um ciclo simbólico rumo às celebrações dos 900 anos da Batalha de São Mamede.
Guimarães será o palco da próxima assembleia-geral da UCCLA (União das Cidades Capitais de Língua Portuguesa), numa decisão tomada esta Segunda-feira, em Macau, durante a XLIII Assembleia-Geral da organização.
Ricardo Araújo aposta em revitalizar a presença de Guimarães nas organizações internacionais de que faz parte, dando utilidade à sua pertença, em fóruns em que está presente e neste caso é o espaço da lusofonia e a sua capacidade de afirmação internacional.
“O regresso deste encontro maior da UCCLA a solo vimaranense consolida Guimarães como parceiro estratégico de presente e de futuro no universo lusófono” – salienta o Município de Guimarães, em comunicado de imprensa.
A par da realização de uma assembleia-geral na cidade, Ricardo Araújo, foi eleito vice-presidente da mesa da assembleia-geral da UCCLA para o mandato 2026-2028.
“Guimarães mostra assim a sua aposta em ter uma política dinâmica de cooperação internacional, evidenciando um novo protagonismo nas relações internacionais.”
O presidente da Câmara confirma a ambição em assumir uma presença internacional mais activa, consequente e útil para o futuro do território. “Guimarães mostra assim a sua aposta em ter uma política dinâmica de cooperação internacional, evidenciando um novo protagonismo nas relações internacionais, em particular no espaço da lusofonia”, destaca ainda o comunicado.
Ricardo Araújo sublinha o significado político e simbólico desta proposta, enquadrando-a na estratégia internacional do Município e na identidade histórica da cidade. “Decidimos apresentar e submeter esta proposta para o acolhimento da próxima assembleia-geral da UCCLA como testemunho da nossa vontade de voltar a ter uma participação activa nesta organização”, afirmou.

E reconhece que receber esta reunião “seria uma especial honra” por acontecer “um ano antes de iniciarmos as celebrações dos 900 anos da Batalha de São Mamede de 1128, acto fundador da nossa Portugalidade”.
Junta para o efeito, os argumentos distintivos de Guimarães para acolher este encontro internacional, sublinhando tratar-se de uma cidade de forte história e tradição, reconhecida como Património Mundial da UNESCO, que foi Capital Europeia da Cultura em 2012 e que, em 2026, assume o título de Capital Verde Europeia, espelhando uma visão de desenvolvimento que cruza cultura, sustentabilidade, inovação e cooperação.
Ricardo Araújo, entende que Guimarães vive um “novo ciclo de afirmação externa, consolidando o seu papel como parceiro estratégico de presente e de futuro no universo lusófono”.
Recorde-se que a UCCLA, criada em 1985, reúne municípios e parceiros com o objectivo de promover entendimento, cooperação e oportunidades económicas, sociais, culturais e institucionais no espaço lusófono.
A presença de representantes de várias cidades e instituições do universo lusófono em Guimarães, em 2027, abre também portas ao fortalecimento de redes internacionais, à captação de investimento e à afirmação do concelho como plataforma de diálogo, inovação e desenvolvimento no espaço da língua portuguesa.
© 2026 Guimarães, agora!
Partilhe a sua opinião nos comentários em baixo!
Siga-nos no Facebook, X e LinkedIn.
Quer falar connosco? Envie um email para geral@guimaraesagora.pt.


