Há um crescimento de 9,4% nas dormidas em relação ao ano anterior que coloca Guimarães no 29.º lugar no ranking nacional.
Os números do INE indicam: 190 mil dormidas entre Janeiro e Junho, concentrados na hotelaria (81%), alojamento local (15%) e no turismo rural e habitação (4%). Outro crescimento que se regista é no turismo rural e de habitação que registou a maior subida homóloga, ao crescer mais de 73% (de 4.298 para 7.448 dormidas).
“Este é um sinal forte de que a estratégia que traçámos para impulsionar o turismo e atrair quem nos visita está a dar resultados muito positivos.”
“Entre 308 concelhos, Guimarães está no top 30 nacional, com mais dormidas. Este é um sinal forte de que a estratégia que traçámos para impulsionar o turismo e atrair quem nos visita está a dar resultados muito positivos”, explica o presidente da Câmara.

Os 9,4% de crescimento registado nas dormidas em Guimarães é superior à media nacional. O número de hóspedes subiu 6,2%, alcançando os 105.155. Estes indicadores colocam Guimarães na 29.ª posição nacional entre os 308 concelhos do país com mais dormidas, o que deixa satisfeito Ricardo Araújo que atribui à estratégia municipal para impulsionar o desenvolvimento turístico parte deste aumento. A que junta as características de Guimarães e à capacidade de bem-receber dos vimaranenses.
Salienta, por isso, que “aumentar a permanência de quem nos visita sempre foi um objectivo central do nosso mandato, na área do Turismo. Estes números comprovam que a aposta na dinamização do Centro Histórico, no reforço da programação cultural e na valorização do nosso património não só atrai mais visitantes, como os motiva a ficar mais tempo”.
“Este sucesso pertence a todos os vimaranenses, ao nosso comércio, à hotelaria e à restauração local.”
“Os números são claros. Estamos muito acima da média nacional. Este sucesso pertence a todos os vimaranenses, ao nosso comércio, à hotelaria e à restauração local. Estou certo de que todos juntos continuaremos a fazer de Guimarães um concelho cada vez mais atractivo”, conclui Ricardo Araújo.
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