O técnico vitoriano faz mais um desejo, no último jogo (dia 16 de Maio, 18h00) da época: “Acabar da melhor forma e ganhar”.
Aliar ao eventual triunfo uma boa exibição é fechar um livro onde há histórias “de grandes conquistas e momentos de alguma frustração”.
Mas numa partida de futebol há, também, o adversário. E Gil Lameiras sabe que “vamos defrontar uma equipa que também quer conquistar pontos e que quer garantir a permanência. Vão estar em campo duas equipas que querem muito ganhar”.
Do lado do Vitória a presença de Diogo Sousa e Noah Saviolo na equipa questionada pela comunicação social, levou o treinador a considerar a sua presença nos convocados como uma questão da administração da SAD.
“Aqui a responsabilidade tem de ser sempre máxima.”
Depois e como tem sido habitual, o treinador fala do clube e da responsabilidade e exigência máxima que pende sobre os jogadores. E repete: “Aqui a responsabilidade tem de ser sempre máxima”, palavras que nem sempre ecoam no universo dos atletas.
Gil Lameiras ainda recua no tempo para falar do confronto com o Casa Pia. E defende que “reflectiu um bocadinho aquilo que tem sido esta época, com a equipa a ser um pouco inconstante, de altos e de baixos”.

Explica que “nada fazia prever o resultado que tivemos no Sporting, até porque a expectativa estava a aumentar e a equipa estava a ter boas exibições em termos qualitativos”.
Mas com o Casa Pia, tudo voltou ao normal e “a equipa não esteve a top”… Com “os fantasmas” e a instabilidade de regresso. E o jogo virou o espelho da época.
Com o fim da temporada, Gil Lameiras faz o balanço da sua missão, com a duração de apenas dois meses à frente da equipa principal.
“Os jogadores esforçaram-se para que as suas exibições fossem crescendo.”
“Quando viemos para equipa A, sabíamos que as coisas não estavam como nós gostaríamos. Os jogadores esforçaram-se para que as suas exibições fossem crescendo, sentimos, na nossa opinião, o aproximar daquilo que eram as nossas ideias” – explica.
E concorda que “em certos momentos, podíamos apresentar um futebol melhor”. Regista, a performance defensiva de “altos e baixos”, como reflexo do que foi a época. E a não coincidência entre a expectativa e a realidade.
“Em termos colectivos, fomos uma equipa mais dominadora, que consentiu menos oportunidades ao adversário, mas longe daquilo que nós pretendemos para o futuro” – sintetiza o técnico.
Foto © Vitória SC
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