Trilhar o caminho da inovação unindo regiões europeias em torno da preservação da herança eno-gastronómica, é um dos objectivos daquele projecto europeu.
Foi isso que esteve na mesa do workshop internacional ‘Eno Heritage Preservation and Promotion for Wine Tourism’, realizado na Hungria.
Célia Barroso, da AMPV – Associação de Municípios Portugueses do Vinho – destacou na sua intervenção ‘Network of wine-producing regions in Portugal – a country of flavours’, a importância do trabalho em rede entre os municípios portugueses para a preservação da identidade cultural ligada ao vinho, apresentando Portugal, e em particular o território do Ave, como um destino de excelência onde o património e o sabor se fundem.

A CIM do Ave posiciona-se nesta matéria no alinhamento com a Iter Vitis – Les Chemins de la Vigne – a 25.ª Rota Cultural certificada pelo Conselho de Europa. Esta federação europeia sem fins lucrativos dedica-se à preservação e promoção do património material e imaterial da vinha e do vinho.
“A integração nestas redes europeias permite ao território do Ave posicionar os seus vinhos, a sua gastronomia e tradições num roteiro de excelência internacional.”
“Para a CIM do Ave, os pilares da Iter Vitis são fundamentais, pois coincidem com a visão estratégica da região: proteger a paisagem vitivinícola como um activo cultural e utilizá-la como motor de desenvolvimento económico sustentável. A integração nestas redes europeias permite ao território do Ave posicionar os seus vinhos, a sua gastronomia e tradições num roteiro de excelência internacional” – refere em comunicado a associação de municípios do Ave.
A presença naquele workshop, realizado na região de Pécs-Baranya serviu de palco para a afirmação do potencial eno-gastronómico da região do Ave no contexto europeu, sendo a delegação composta por Sérgio Castro Rocha (secretário executivo) e José Martins (da Unidade de Inovação e Valorização Económica dos Recursos Territoriais) da CIM do Ave e Célia Barroso, coordenadora da AMPV – Associação de Municípios Portugueses do Vinho.
E marca mais um momento de cooperação e inovação e de intercâmbio com parceiros da rede ECTN (European Cultural Tourism Network). A agenda incluiu visitas técnicas ao Instituto de Investigação em Viticultura da Universidade de Pécs, focadas na adaptação às alterações climáticas e na preservação de castas autóctones, temas de extrema relevância para o futuro do sector no Ave.
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