Desafio das Cidades Inteligentes: Guimarães seleccionada para a edição 2023-25

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A cidade de Guimarães foi escolhida, uma vez mais, para participar na iniciativa Desafio das Cidades Inteligentes (Intelligent Cities Challenge – ICC).

Depois de ter sido seleccionada para a primeira edição do programa ICC, em 2020-22, e para o Desafio das Cidades Digitais, em 2018-20, a Comissão Europeia volta a reconhecer o potencial do Município e o seu compromisso com o desenvolvimento sustentável e a inovação.

“Construiremos um futuro melhor para Guimarães como uma cidade inteligente, sustentável e próspera.”

Paulo Lopes Silva, vereador dos Sistemas Inteligentes da Câmara Municipal de Guimarães, assume que esta conquista “reflecte o nosso compromisso com a transformação digital e a sustentabilidade”. Com o apoio da Comissão Europeia e a colaboração com outras cidades, o Município terá “acesso a recursos valiosos e conhecimentos especializados”, que permitirão “desenvolver projectos inovadores que nos coloquem na vanguarda das cidades inteligentes”. Juntos, conclui o vereador, “construiremos um futuro melhor para Guimarães como uma cidade inteligente, sustentável e próspera”.

“As cidades são o coração pulsante da economia europeia.”

Dana Eleftheriadou, chefe da Equipa de Cidades e Proximidade, DG GROW na Comissão Europeia, afirma que “as cidades são o coração pulsante da economia europeia” e esta nova fase do Desafio das Cidades Inteligentes “oferece às cidades a oportunidade primordial de se destacarem como uma Cidade Inteligente Europeia”. Considera que esta distinção transforma as ambições de sustentabilidade e tecnologia em acção, “especialmente através do lançamento dos seus próprios Pactos Verdes Locais”, colocando as cidades no caminho para tornar o Pacto Verde Europeu e o Plano Industrial do Pacto Verde uma realidade, enquanto se amplia a indústria de emissão-zero na Europa.

O programa ICC ajudará as cidades a aproveitar o poder de tecnologias de ponta, ao mesmo tempo que melhora a competitividade económica, a resiliência social e a qualidade de vida dos cidadãos europeus. Estas receberão orientação personalizada, apoio especializado, acesso a redes de aconselhamento e pares das cidades, bem como ferramentas de capacitação, para impulsionar as suas cidades em direcção à transição dupla.

A edição anterior da ICC (2020-2022) contemplou um total de 1,9 mil milhões de euros destinados a acções nas cidades ICC, sendo que 247 milhões de euros foram provenientes de financiamento público de fontes da União Europeia, nacionais e regionais, que ajudaram a viabilizar 336 acções planeadas pelas 136 cidades nucleares.

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