CDU: candidato ouviu queixas no Bairro da Conceição

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Torcato Ribeiro ouviu dos moradores as queixas relativas às condições em que se encontram o interior dos bairros sociais.


A lista de queixas é infindável e distorce o normal viver dos habitantes do Bairro da Conceição. Torcato Ribeiro, deputado da CDU, por Braga, fala de anomalias recorrentes: “as infiltrações de água, deficiente isolamento, obras de “melhoria” que acabam por piorar as condições das habitações, vazamento de esgotos e questões relacionadas com as rendas”.

Neste mar de contrariedades e sem resolução, a solução é, no entanto, “aparentemente simples mas a inoperância, a lentidão na resposta e a insensibilidade social mostrada por parte do IHRU, fazem arrastar e aumentar os problemas enfrentados por estes moradores” – refere o candidato.

📸 Direitos Reservados

“É ao governo que compete tornar ágeis os processos necessários para a resolução concreta destes problemas”.

Sublinha até, com alguma ênfase, que “é ao governo que compete tornar ágeis os processos necessários para a resolução concreta destes problemas, mas os deputados, pelas competências da Assembleia da República, podem desempenhar aqui um papel muito importante.

Por isso, Torcato Ribeiro garante fazer ecoar sem as queixas dos moradores, garantindo que não é com mais deputados que o PS ou PSD ajudarão à resolução dos problemas que o bairro enfrenta.

É no reforço da CDU, no aumento do número de deputados do Partido Comunista Português e do Partido Ecologista “Os Verdes”, que se encontrão soluções para o cumprimento do direito a viver numa habitação que permita bem-estar, privacidade e qualidade de vida – garante a coligação e o seu candidato a deputado.

Sobre a habitação, Torcato Ribeiro entende que “não será possível solucionar os graves problemas de habitação do País sem um aumento substancial do número de habitações arrendadas e sem uma séria intervenção do Estado enquanto promotor público de uma habitação condigna para todos e de acordo com o rendimento disponível”

Reforça que “é necessário criar um significativo parque habitacional de arrendamento nos regimes de renda livre, de renda condicionada e de renda apoiada. Tal só será possível com forte investimento público e a criação de parcerias para a produção de habitação não lucrativa ou não mercantilizada” – concluiu.

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