As ruas da cidade serão o palco de uma intervenção artística que cruza arte, sustentabilidade e inclusão social.
O projecto ‘Maré de Sizígia’ terá expressão numa grande arruada protagonizada por um gigantesco cardume de peixes, construído colectivamente a partir de garrafas de plástico e de uma diversidade de outros materiais reutilizados.
Afirmar o direito à participação plena das pessoas com deficiência na vida cultural da comunidade, levando a sua expressão e criatividade para além dos contextos institucionais e para o espaço público, é um objectivo, pois, a arte é “uma ferramenta de participação, encontro e transformação social”.

“O ‘Maré de Sizígia’ assenta num forte espírito de cooperação e trabalho em rede, reunindo centenas de pessoas apoiadas, técnicos e equipas de instituições congéneres de diferentes municípios da região”, que a CERCIGUI promove e que se realiza a 20 de Outubro.
O Fórum Municipal das Pessoas com Deficiência, também, se associa a esta iniciativa, de que são parceiros o Centro Social de Brito, a Santa Casa da Misericórdia de Guimarães, a APCG, a CERCIBRAGA, CERCIMARANTE, CERCIFAF, CERCIFEL, a APACI e ACIP, a AIREV e o Centro Social de Bairro.
“O resultado será apresentado nas ruas de Guimarães, num momento marcado pela cor, pela música, pelo movimento e, sobretudo, pela participação activa das pessoas com deficiência.”
“Cada instituição contribuiu para a concepção e construção de parte deste cardume multi-regional, num processo colectivo que transforma materiais reutilizados em peças artísticas únicas. O resultado será apresentado nas ruas de Guimarães, num momento marcado pela cor, pela música, pelo movimento e, sobretudo, pela participação activa das pessoas com deficiência enquanto protagonistas e agentes culturais” – refere a CERCIGUI em comunicado.
Acrescenta que “com a ‘Maré de Sizígia’, as entidades envolvidas pretendem reforçar o trabalho em rede, promover uma cultura mais inclusiva e sensibilizar a comunidade para a participação das pessoas com deficiência na vida cultural e artística. O projecto procura ainda afirmar um modelo de criação colectiva, sustentável e replicável, capaz de gerar novas oportunidades de participação e expressão artística”.
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