Foi um golo, na segunda parte, que decidiu o resultado. Miguel Puche (67’) que havia entrado para substituir Dylan Nandín (53’) aproveitou o ressalto de uma bola vinda do ar e cabeceou perto de André Ferreira, com êxito e sem falta.
A jogada começou com uma perda de bola no meio-campo do Moreirense que proporcionou a Naïs Djouahra um remate nas costas de um defesa da equipa da casa. A bola subiu mas chegou à ‘boca da baliza’ para onde acorreu Miguel Puche que se antecipou ao guarda-redes do Moreirense cabeceando para golo.
O jogo e a derrota foi uma espécie de “ressaca” da conquista da manutenção na 1.ª Liga. Não só a exibição foi fraca como se avolumaram lesões na equipa, umas mais graves do que a outras.
Alan (58’) foi substituído mas Leandro Santos (74’) lesionado saiu em maca e pode ter comprometido a sua prestação até ao final da época.
Vasco Botelho da Costa considerou o jogo equilibrado a justificar uma igualdade. Referiu as contrariedades das lesões que impediu a equipa de lutar por um resultado diferente, sublinhando a entrega dos seus jogadores.
O Moreirense alinhou com: André Ferreira, Leandro Santos (Kevyn Souza 75’), Gilberto Batista, Maracás, Francisco Domingues (Landerson Araujo 58’), Nile John (Rodrigo Alonso 82’), Mateja Stjepanović, Alan (Jimi Gower 58’), Diogo Travassos, Kiko Bondoso, Luís Hemir.
Amarelos: Maracás (39’).
Foto © Moreirense FC
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