Depois de ter entrado a ‘correr’ na orientação da equipa principal, o 76.º treinador do Vitória Sport Clube trabalhou durante a semana para jogar no estádio da Luz.
Reconhece que teve mais tempo para “passarmos um pouco aquilo que era a preparação do jogo com o Benfica”. E revela o importante que era “olharmos para nós”.
E esse olhar para dentro do grupo mostra a necessidade de analisar como se exibe a equipa e o que pode fazer mais. E se marcar golos é importante, Gil Lameiras não tem dúvidas que “é preciso fazer muito mais, em termos defensivos”.
Jogar fora pode ser um momento libertador mas com o constante apoio dos adeptos, jogar fora ou em casa, dá sempre para sentir esse carinho no estádio ou à distância.
“Obviamente, sentimos muito mais o calor dos adeptos e fora, também vamos sentir, certamente.”
Negou que seja necessário, “distanciar-nos da cidade, dos adeptos, para fugir deles… não é nada disso”. E justifica, em Guimarães “obviamente, sentimos muito mais o calor dos adeptos e fora, também vamos sentir, certamente”.

Sobre o jogo com o Sport Lisboa e Benfica (dia 21 de Março, 18h00), apenas sublinhou “é uma grande equipa que tem muitos valores individuais que a qualquer momento podem resolver o jogo”.
Interrogado, sobre o estado psicológico da equipa, depois da última partida, o técnico sabe que ele depende directamente do comportamento defensivo dos seus jogadores. Lembra o momento antes e depois do golo do Vitória que perturbou um pouco os atletas, incapazes que ficaram de manter a vantagem e impotentes para suster a avalanche de golos sofridos – maior que os golos marcados, o que justifica a actual situação na classificação.
“Eu penso que a estabilidade nesse momento defensivo vai levar-nos a um maior equilíbrio emocional.”
Afirmou, ainda, que “uma equipa como o Vitória que quer disputar lugares cimeiros não pode ter esta quantidade de golos sofridos. Eu penso que a estabilidade nesse momento defensivo vai levar-nos a um maior equilíbrio emocional”.
Gil Lameiras já definiu o perfil da sua exigência: “As equipas têm que ser sempre competitivas”, do princípio ao fim do jogo. Admite equilibrar a energia da equipa em função da pressão que sofre ou exerce sobre o adversário.
Foto © Vitória SC
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