Os eleitores portugueses escolheram António José Seguro como novo Presidente da República, de um regime democrático instaurado em 25 de Abril de 1974.
Esse foi o maior factor da escolha nacional perante um André Ventura que se torna cada vez mais como a face do Chega, um partido ao qual deu vida e alma.
Agora, depois de duas eleições para colocar em Belém um novo inquilino e de um ciclo eleitoral de quatro actos quase consecutivos, com eleições para as autarquias locais e duas escolhas para a Assembleia da República, o país tem de seguir no caminho da estabilidade política para resolver os problemas que tem, algo que António José Seguro prometeu garantir no seu discurso da noite eleitoral.
O novo presidente foi até agora o mais votado nas eleições presidenciais, fruto da conjugação dos votos do PS, PSD e CDS-PP.
Ao conquistar 3.482.481 votos António José Seguro fica na história com uma votação que suplanta outros candidatos como Mário Soares, Cavaco Silva e mesmo Marcelo Rebelo de Sousa.
Mesmo derrotado André Ventura subiu em número de votos e foi superior ao seu partido nas recentes eleições. Obteve 1.729.371 votos, ou seja, 33,18% dos eleitores.
Curiosamente, esta eleição teve quase 5% de votos brancos e nulos.
Em Guimarães, António José Seguro foi o mais votado em todas as 55 freguesias do concelho, obtendo 63.072 votos (69,43%) contra 27.777 (30,57%) de André Ventura.
Estavam inscritos nos cadernos eleitorais 143.517 cidadãos e votaram 96.200 (67,03%). O número de votos em branco foi 4.065 (4,23%) e de nulos 1.286 (1,34%).
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