O impacto visual de um largo do Toural apinhado e cheio até aos limites das suas ‘franjas’, deixou a Câmara Municipal satisfeita com “o sucesso” do ‘Guimarães Veste Branco’, que perdurou de Sábado para Domingo.
A “afluência extraordinária” que o presidente da Câmara regista, é sublinhada igualmente por ter sido um evento sem casos ou ocorrências, pela prevenção dos dispositivos de segurança em serviço – PSP, Bombeiros, Protecção Civil, Polícia Municipal e as empresas de limpeza e higiene urbana – o que contribuiu para a dinamização do centro da cidade, duas praças e uma rua onde ocorreram espectáculos cuja qualidade foi acarinhada e recebida pelo público presente.
Como oportunidade comercial, o ‘Guimarães Veste Branco’ foi bom para a restauração, cafés e bebidas, dada a participação dos vimaranenses e de outros que visitaram a cidade.
Ricardo Araújo, disse, hoje, no final da reunião de Câmara, que não tem memória de uma tão grande “enchente” mesmo quando se realizou a Capital Europeia da Cultura em 2012. Aliás foi o único membro do executivo a comentar a iniciativa.
“As pessoas respeitaram-se na maior festa recreativa de Guimarães.”
“As pessoas, as famílias, divertiram-se, gozando da segurança e conforto”, ao mesmo tempo que elogia “o comportamento dos cidadãos que contribuíram para que tudo corresse bem”, deixando um registo de que “as pessoas respeitaram-se na maior festa recreativa de Guimarães”.
Interrogou, depois, o que levou o PS, nos últimos seis anos, a não realizar a ‘Noite Branca’, após garantir que em 2027, a festa mantém-se por ser do agrado de diferentes públicos. E representar uma aposta na “cultura para todos”.

Agora, é tempo de analisar as consequências e impactos desta iniciativa. E Ricardo Araújo destaca que “o sucesso enorme” do ‘Guimarães Veste Branco’ só foi possível pela conjugação de dois factores: o trabalho das equipas municipais e a adesão e o comportamento dos vimaranenses e visitantes.
“As pessoas andavam alegres nas ruas, foi uma festa bonita até para as famílias que usufruíram do espaço público, numa cidade onde é bom festejar” – acentuou.
“Todos desejamos que Guimarães volte a estar na moda.”
Defendeu, também, que “Guimarães tem de saber projectar-se” na região, no país e no mundo. E não é só neste eixo porque “todos desejamos que Guimarães volte a estar na moda”. Por isso, “compete-nos reforçar estes programas e continuar porque já estamos a fazer mais e melhor”.
Foto © Francisco Rodrigues
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