O festival de dança contemporânea prossegue, na segunda semana, como “um sonho de persistência de uma equipa larga” que o organiza, como referiu Rui Torrinha, director artístico, numa entrevista dada à TVI.
Com uma semana de salas esgotadas, a conjugação entre “a dança produzida internacionalmente com o talento nacional” continua como marca do GUIdance que aposta “entre o que é emergente e o estabelecido”.
É o caso de ‘Sirens’, uma obra de Ermira Goro, uma jovem coreógrafa albanesa que se apresenta na Sexta-feira, (dia 13 Fevereiro, às 21h30) no Teatro Jordão. É uma estreia nacional e uma escolha da Aerowaves, um hub que escolhe, no sector da dança, talentos na Europa, em parceria com 34 países. Chara Kotsali e Adonis Vais dá expressão, em palco, desta coreografia que “entre criaturas sensuais”, divididas entre o humano e o maquinal vão “transformar o palco num território de sedução, tensão e liberdade”.
O primeiro espectáculo desta segunda e última semana do festival começa com ‘O Sono da Montanha’ e ‘O Gesto do Falcão’, da coreógrafa portuguesa Tânia Carvalho, concebidos para os bailarinos Maria Cerqueira e Bruno Senune. São dois solos para cada um deles que se apresentam no dia 12 de Fevereiro, Quinta-feira (21h30), no grande auditório Francisca Abreu, do Centro Cultural Vila Flor.
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