Festivais Gil Vicente: teatro para nova construção social colectiva

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Há seis dias de espectáculo em dois fins de semana, a marcar a edição deste ano dos Festivais Gil Vicente.

Os palcos são o grande auditório Francisco Abreu (3) e pequeno auditório (2) do Centro Cultural Vila Flor, a black box, do Espaço Oficina.

E os grupos de actores são originários de escolas de teatro da capital. Marco Mendonça, abre o festival na Quinta-feira, dia 6 de Junho, pelas 21h30. A peça tem o nome de ‘Blackface’ e a interpretação é a solo do próprio actor que escreve e encena.

Mistura o stand up e a fantasia, a sátira e o teatro físico, burlesco e documental. ‘Blackface’ explora a prática teatral racista – com origens nos EUA, passando pelos casos portugueses.

© Direitos Reservados

Sara Inês Gigante vai representar ‘Popular’, um espectáculo e desafio da própria criadora e intérprete. Curiosamente, a peça questiona o ‘Popular’ e as suas extensões família da palavra, da popularidade, ao pop e ao populismo.

Foi com esta peça que a actriz venceu a 6ª edição da Bolsa Amélia Rey Colaço, uma iniciativa promovida pela A Oficina/Centro Cultural Vila Flor, Teatro Nacional D. Maria II, o Espaço do Tempo e o Teatro Viriato.

© Direitos Reservados

A primeira semana, acaba com uma peça cujo texto e encenação é de Bruno Reis. O seu título é curioso e pouco usual: ‘Vi o Ayrton Senna morrer nos olhos do meu irmão’.

São actores deste espectáculo Dick Steeves, João Tarrafa, Nuno dos Reis e Teresa Queirós. Vai ter música ao vivo, interpretada pelo Quarteto de Orquestra Filarmónica das Beiras.

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