A turma do 2.º ano da escola básica de Barco sagrou-se vencedora nacional no escalão 1.º/2.º anos das ‘Olimpíadas da Educação Financeira’, uma iniciativa da Fundação António Cupertino de Miranda para a promoção da literacia financeira entre alunos dos ensinos básicos e secundário.
Representantes da Fundação António Cupertino de Miranda, bem como da vereadora da Educação da Câmara Municipal de Guimarães, Isabel Ferreira, estiveram na escola para anunciar o resultado naquele concurso, numa cerimónia que distinguiu 20 alunos do 2.º ano do ensino básico.
E para comemorar um feito, pois os alunos de Barco, destacaram-se a nível nacional ao responderem correctamente ao maior número de perguntas do quiz das olimpíadas no menor tempo possível.
Além da entrega de certificados de participação, os alunos receberam prémios como reconhecimento do seu empenho e excelência na área da literacia financeira, num momento que contou com a presença de professores e elementos da comunidade escolar.
Ao longo deste ano lectivo, mais de 816 alunos de escolas de todo o país, integrados nos projectos ‘No Poupar Está o Ganho’ e ‘Por Tua Conta’, também dinamizados pela fundação, participaram num quiz digital, onde testaram os seus conhecimentos de forma lúdica e interactiva.
Os alunos responderam a 60 questões sobre temas de educação financeira, como poupança, gestão de recursos ou consumo responsável, num jogo realizado online por toda a turma, directamente a partir das salas de aula.
“Este é um exemplo de como o conhecimento pode ser construído de forma lúdica e colaborativa, e que nos enche de orgulho e motivação para continuar a investir nestes projectos.”
“As Olimpíadas da Educação Financeira não são apenas um quiz: são um instrumento de transformação social, que prepara as novas gerações para tomarem decisões financeiras informadas e responsáveis. A distinção atribuída a esta turma da escola básica de Barco reflecte não só o mérito dos alunos, mas também o compromisso dos professores e da comunidade escolar em promover uma educação financeira de qualidade. Este é um exemplo de como o conhecimento pode ser construído de forma lúdica e colaborativa, e que nos enche de orgulho e motivação para continuar a investir nestes projectos”, destacou Inês Abreu, administradora da Fundação António Cupertino de Miranda.
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