Foi o menos conseguido dos últimos três jogos. Apesar de ter acabado a primeira parte com uma igualdade sem golos, o Moreirense não resistiu ao ataque do Famalicão, de bola corrida e trocada entre os seus avançados.
O primeiro golo resulta de tabelas na zona frontal da baliza. Gustavo Sá entregou a Óscar Aranda (47’) que rematou sem que Kewin Silva pudesse adiar a abertura do marcador.
O Famalicão haveria de tomar conta do jogo e pouco depois eleva para 2-0, noutra jogada iniciada na linha de fundo, do lado esquerdo, a bola é tocada de Václav Sejk para Sorriso (58’) rematando com toda a facilidade para aumentar a vantagem que encaminha a equipa para o triunfo.
Quanto ao Moreirense mostrou-se rendido à segurança que o Famalicão evidenciou no domínio do jogo, tendo estado perto de alargar a vantagem quando Sorriso (72’) cabeceou obrigando Kewin Silva a esticar-se e a impedir mais um golo.
E, também nisso, nunca foi igual a si mesmo como noutros jogos, em que disputou o resultado até ao fim, mostrando a sua competitividade enquanto arma e qualidade da equipa.
O livre em que o guarda-redes Lazar Carević (78’), defendeu a dois tempos – e no chão – por ter escorregado – um remate de cabeça de um atacante do Moreirense, pode ler-se como sinal de última reacção.
A equipa famalicense também permitiu um derradeiro impulso atacante à equipa de César Peixoto em que Nlavo Asué rematou criando dificuldades na defesa ao guarda-redes contrário.
O Moreirense alinhou com: Kewin Silva, Dinis Pinto, Marcelo, Maracás, Frimpong (Leonardo Buta 16’), Ivo Rodrigues (Sidnei Tavares 63’), Lawrence Ofori (Ismael 63’), Pedro Santos (Cédric Teguia 63’), Alan, Benny (Nlavo Asué 77’), Guilherme Schettine.
Amarelos: Sidnei Tavares (66’), Leonardo Buta (74’).
Foto © Moreirense FC
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