AD: o rosto dos candidatos de Guimarães no círculo de Braga 

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São dois em lugares elegíveis – Ricardo Araújo e Emídio Guerreiro – e dois como suplentes – Nuno Vieira e Brito e Ana Teixeira.

Ricardo Araújo valoriza a lista da Aliança Democrática (AD) por Braga com o prestígio dos candidatos de Guimarães. Ressaltou que Emídio Guerreiro foi secretário de estado do Desporto e Nuno Vieira e Brito, secretário de estado da Alimentação e da Investigação Agro-alimentar, no governo de Passos Coelho.

“Saberemos como assumir a representação nacional mas vamos fazê-lo com especial proximidade com Guimarães” – disse o numero dois da lista da AD no distrito.

Lembrou que as próximas eleições legislativas têm um âmbito nacional e o que está em causa é o projecto de governo “e neste sentido a AD foi buscar os melhores do partido e da sociedade”.

Reforçou as críticas aos governos do PS que deixaram Portugal “para trás, na União Europeia” e na gestão interna do país “foram os serviços públicos que mais sofreram, dado o estado de degradação a que chegaram”.

Por isso, os candidatos da AD querem “inverter este ciclo de empobrecimento” e apostar forte nas áreas da saúde, economia e educação, enquanto se esforçarão por “pôr a economia a crescer”.

Focalizou em particular algumas medidas específicas e eleitorais que são a marca da coligação e que apresentam ao eleitorado, medidas já conhecidas e que fazem parte do cardápio nacional.

Ricardo Araújo falou de “uma campanha de proximidade” para apresentar as propostas eleitorais, vincando que esta “é uma oportunidade para mudar” para uma alternativa “de confiança, moderada e reformista”.

Elencou medidas relativas aos interesses dos vimaranenses, na habitação, na mobilidade, na justiça, criticando o governo do PS por ter esquecido Guimarães.

Nuno Vieira e Brito defendeu que as eleições são importantes porque vão permitir a escolha dos cidadãos entre dois modelos de sociedade: um imobilista, cansado e conservador, afastado dos jovens (PS); e outro que pretende aproximar Portugal do desenvolvimento europeu e que é o futuro (AD) que vai apostar em diminuir a pobreza, aumentar a equidade social e apostar na agricultura.

“Um partido que foi incapaz de governar com maioria absoluta.”

Emídio Guerreiro criticou o PS e responsabilizou-o por este acto eleitoral, de “um partido que foi incapaz de governar com maioria absoluta” e que tem contra si os agricultores, polícias, professores, bombeiros, enfermeiros, médicos e outros estratos e sectores da sociedade.

“Pedro Nuno Santos é o rosto da continuidade, um ex-Ministro que foi demitido pela sua incompetência na habitação, nos transportes e nas infra-estruturas que entregou, de barato, 3,2 mil milhões à TAP” – acusou Emídio Guerreiro. Reforçou que o PS quer para Primeiro-Ministro um ex-governante que com os 3,2 mil milhões dados à TAP “custou-nos mais dinheiro que do que aquele que foi injectado na economia nacional”.

Acentuou que “os portugueses não podem premiar estes oito anos de desgoverno PS que deixou o país com rupturas nas infra-estruturas, sem fazer uma única reforma estrutural, deixando os jovens emigrarem”

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