Ai Weiwei como artista convidado, uma exposição internacional com 53 obras de 50 artistas de 27 países, novas parcerias locais e internacionais, residências artísticas, arte pública, exposições, conversas e workshops marcam a 8.ª edição da Contextile – Bienal Internacional de Arte Têxtil Contemporânea de Guimarães que é inaugurada a 5 de Setembro.
“Nas últimas semanas, a equipa da Contextile tem estado no terreno a ultimar todos os detalhes de uma edição que promete levar a arte têxtil a uma escala inédita em Guimarães e além-fronteiras” – revela uma nota de imprensa.

A Bienal reúne artistas de várias geografias, projectos site-specific, exposições, residências, intervenções de arte pública, conversas e outras acções que reforçam a ligação ao território através de novas parcerias com instituições, comunidades e agentes locais. A programação desta 8.ª edição vem também consolidar a dimensão internacional da Bienal e o diálogo entre criação artística, memória, indústria têxtil, sustentabilidade e pensamento crítico – eixos que continuam a atravessar a Contextile.
Sob o tema ‘By a Thread’ (‘Por um Fio’), a Bienal olha para um presente marcado por crises ambientais, políticas, sociais e económicas. O fio – simultaneamente frágil e resistente -, torna-se metáfora e matéria de trabalho, transversal aos vários eixos da programação: um elemento que liga, remenda, transforma e abre novas possibilidades de resistência, cuidado e imaginação de futuros.
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