Carnaval: com forte animação de Pevidém ao Largo do Toural…

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O Município e a associação Sol no Miral, apresentaram, em Pevidém, o que vai ser o Carnaval em Guimarães. Não faltará animação com a cidade e a vila de Pevidém a assumirem-se como os pólos principais de uma festa que vai durar de 6 a 22 de Fevereiro.

Isabel Ferreira, vereadora da Cultura explica o que será o Carnaval em Guimarães que está em consonância “com a visão que temos do território”, agravando todos ou vários actores como já aconteceu no Natal e nas Reisadas.

Só assim, “valorizamos o território e valorizamos o que temos”, de tão popular e rico em tradição.

A programação evidencia uma descentralização de carnavais ao incluir as iniciativas que se realizam em Nespereira, Souto Santa Maria e Briteiros São Salvador, freguesias onde há desfiles carnavalescos.

Porém, Rui Pedroso Fernandes, da associação Sol no Miral, defende que “Pevidém é a terra do Carnaval” – facto bem vincado nos últimos anos e onde o desfile carnavalesco atrai milhares de pessoas.

De resto, o Carnaval de Pevidém, tem o maior orçamento – cerca de 30 mil euros – para uma festa que vai durar de 13 a 17 de Fevereiro, onde associa a folia – da animação de rua – à gastronomia e encerra com o desfile de Carnaval pelas ruas da vila com o enterro do entrudo a decorrer pelas 21h30.

O presidente da associação Sol no Miral defende que Pevidém não deixa de ser a ‘capital’ do Carnaval em Guimarães. © GA!

O ‘Rally da Orelheira’ e a rota do ‘Cozido & Orelheira’ em Domingo Gordo (15 de Fevereiro) são a expressão de casar tradições, com música na praça Francisco Inácio num camião feito palco numa mostra que marca a identidade e a tradição do Carnaval de Pevidém.

O programa adequa-se ao conceito de que “o Carnaval é para ser vivido e participado” – defende Rui Pedroso Fernandes.

“O Carnaval é mais que tradição cultural, é folia, vive-se na rua, tem sátira e assume-se como festa da comunidade.”

Enquanto tradição comunitária, “o Carnaval é mais que tradição cultural, é folia, vive-se na rua, tem sátira e assume-se como festa da comunidade” – lembra Isabel Ferreira. E como festa “de raíz popular, também é memória que recorda o que existe no território, agregando, no tempo do hoje, as comunidades de emigrantes de cerca de 100 nacionalidades que vivem em Guimarães”.

Também, na cidade, este Carnaval promete: terá “o senhor do samba”Jorge Aragão, num espectáculo no largo do Toural (21h30) no dia 6 de Fevereiro quando se inicia o Carnaval em Guimarães. 

Acresce a ‘Batucada Radical’ pelas ruas do centro histórico, entre as 19h00 e as 21h30 e termina com os DJ’s PatiSol e Sucata Queen, das 22h30 às 02h00.

Num espaço mais central, o desfile do ‘Carnaval da Infância’ com as crianças das escolas começa no largo junto à Câmara Municipal e vai até ao Toural, depois de passar pela rua de Santa Maria, Oliveira, Senhora da Guia e Alameda Norte.

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