Agora é a economia… outra prioridade a que o presidente da Câmara quer dar corpo, ao lado da habitação e da mobilidade.
Hoje, começa o ‘Mês da Economia – Guimarães’ – já na quarta edição – e Ricardo Araújo elenca algumas medidas que já tomou neste sector: a publicação de um estudo, elaborado por dois professores da Escola de Economia e Gestão da Universidade do Minho, que contém indicadores e realidades que é preciso melhorar e confrontar, desde a competitividade ao aumento do rendimento médio dos vimaranenses, fortalecendo as empresas dos sectores com tradição; e que será publicado numa versão síntese.
Para atingir estes objectivos, o autarca quer pôr a economia a crescer e o Município tem um papel dinamizador, dando resposta célere às prioridades dos empresários.
Com a entrada em vigor do novo organograma da estrutura municipal, do preenchimento dos lugares de chefia e outros dirigentes, do topo da administração local, há agora um nível diferente, com a criação da Direcção Municipal de Planeamento, Desenvolvimento do Território e Turismo onde se juntam a área da economia e a do urbanismo.
“Há um novo olhar para o urbanismo e economia nesta reestruturação” – disse, ontem, Ricardo Araújo na apresentação do programa do ‘Mês da Economia’ que vai durar até dia 28 de Outubro. Ao mesmo tempo que dava conta dos nomes – Tiago Laranjeiro (director de Departamento) e Marta Mota Prego (chefe de Divisão das Actividades Económicas) – que são “os principais protagonistas” da área.
“É uma oportunidade para juntar empresas, empresários, trabalhadores e a universidade, para criarem um espaço de reflexão e debate.”
Mais tarde, nascerá a Agência de Desenvolvimento Económico de Guimarães que poderá dar mais consistência a uma política municipal de economia. Ricardo Araújo acredita que esta “é uma oportunidade para juntar empresas, empresários, trabalhadores e a universidade, para criarem um espaço de reflexão e debate”.

Sobre o ‘Mês da Economia’ que tem como parceiros as Associações Empresariais de Guimarães e do Minho. Com três eixos – comunidade, conhecimento e cultura; aliança para a inovação; e raíz, escala e impacto.
O presidente da Câmara explica que acredita que é na inovação que se reforçará a competitividade empresarial para gerar riqueza e valor, reduzindo custos. Acrescentou que as empresas podem ganhar escala sem perder a sua raíz (localização), produzindo de Guimarães para o Mundo, num processo de internacionalização mais dinâmico.
“Será um programa forte, de um mês intenso” – defendeu – que tem alguns momentos especiais, desde a transferência de conhecimento para as empresas até à conferência do jornal ECO, já no final do evento. Sublinhou ainda o momento “o futuro não se adivinha, constrói-se”, com o acesso aos dados, que suporta a base científica e a consistência de iniciativas. “Outubro não é o mês do ano que dedicamos à Economia mas apenas um dos 12 em que estamos dedicados a esta área” – concluiu.
Consultar Programa: aqui.
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