O dia 25 de Outubro é o mais marcante do calendário do Agrupamento de Escolas D. Afonso Henriques. A sua celebração mexe com a comunidade escolar, convocada que foi para viver a data, com actividades internas e externas.
Por exemplo, os alunos do 5.º e 7.º ano foram descobrir o património do Centro Histórico e da Zona de Couros, ambos reconhecidos como Património Mundial da Humanidade. “Afinal, a história não vive apenas nos manuais: está nas pedras, nas ruas, nas paredes e nas memórias que, por vezes, passam por nós sem que lhes prestemos a devida atenção” – salienta o professor Sérgio Silva.
Outro segmento dos alunos do 6.º e 8.º ano, foi ao encontro dos vários espaços da ‘Contextile 2026’, a Bienal de Arte Têxtil Contemporânea de Guimarães, porque, também, “se aprende a ver – e, sobretudo, a ver de outra maneira”.
Houve ainda um tempo para os alunos do 9.º ano visitarem as exposições ‘Quando um Corpo já não está presente’, de Tales Frey, e ‘Billboard Farming’, de Marcelo Ertorteguy. “Duas propostas artísticas presentes no Centro para os Assuntos da Arte e Arquitectura que nos lembram que a arte tem esta saudável inconveniência: obriga-nos a parar, a pensar e, de vez em quando, a desconfiar daquilo que julgávamos saber” – acrescenta Sérgio Silva.
Nesta divertida viagem pela cidade e seu património, os alunos e professores acompanhantes (9.º ano) puderam ainda confraternizar e divertir-se ao som de música gravada, junto à estátua do Colosso de Pedralva, num espaço arborizado situado em frente ao Hospital da Senhora da Oliveira.
“Uma celebração do mérito, sim, mas também do empenho, da generosidade e da capacidade de fazer bem as coisas.”
A festa do aniversário mudou de cenário porque todo o agrupamento rumou ao auditório da Universidade do Minho para homenagear os alunos que, no ano lectivo anterior, se distinguiram pelo seu percurso académico e social. “Uma celebração do mérito, sim, mas também do empenho, da generosidade e da capacidade de fazer bem as coisas”.
A poesia, a dança, a música e a performance encarregaram-se de dar brilho à cerimónia, “porque há coisas que se dizem com palavras, outras que se cantam e outras ainda que só o corpo, o movimento ou o silêncio conseguem explicar”.
“Foram dois dias, muitos caminhos e uma certeza: a escola é muito mais do que o lugar onde se aprende. É também o lugar onde se descobre, se cria, se partilha e se cresce. Parabéns a todos os alunos homenageados e a toda a comunidade educativa” – conclui Sérgio Silva.
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