HOOL: um novo conceito para prolongar estadia

Todas as Quarta-feiras, o HOOL promove um Tea Party, para os seus clientes, uma forma de “qualificar a oferta turística” em Guimarães.


O motivo, agora, é o chá mas pode, ser outro, amanhã. A experiência com a degustação do chá dos Açores, produzido pela Gorreana foi positiva. E animou o Hotel num dia de feriado porque ao prazer do chá juntou a música, com a viola braguesa como instrumento e canções populares como canto e encanto, em improvisos que duraram até à hora de jantar.

Este cruzamento feliz entre chá, música e cultura – também foi inaugurada uma exposição de pintura de Fátima Miranda – foi bem recebido como sublinhou Abílio Vilaça, da Associação de Profissionais de Turismo do Minho.

E acabou por ser uma agradável experiência, em pleno centro histórico, no HOOL que é um hotel de referência no coração da cidade. E que desta forma se torna “mais familiar”, no seio dos seus clientes.

“Esta preocupação de ter uma actividade permanente, na procura de novos clientes”, foi sublinhada por Paulo Silva, vereador do Turismo, da Câmara Municipal.

Neste novo conceito, o HOOL aposta numa diversidade de “aromas e paladares” ligados à gastronomia, de que o Tea Party é um primeiro passo para cativar clientes e prolongar a sua estadia na cidade.

Para além de produto comercial, este conceito tem também uma componente social porque pode juntar outros clientes do hotel – como empresários – que instalam na unidade hoteleira alguns dos compradores estrangeiros dos seus produtos, ligados à indústria têxtil, calçado ou cutelarias.

Tea Party contou com um momento musical em que a viola braguesa, instrumento minhoto, regional e com ligações fortes ao Norte, foi tocado pelo professor Luís Capela, primeiro no interior e depois cá fora. Alguns turistas pararam para ver como algumas canções servem de pretexto a um convívio especial.

Fernanda Múrias, do Turismo dos Açores, explicou a origem do chá da Gorreana, com origem na ilha de São Miguel, remotamente desde 1884, quando se começou a produzir naquela ilha. Um chá 100% biológico e que hoje se torna num dos produtos mais emblemáticos da agricultura micaelense. 

Aliás, a Gorreana, fábrica e plantação é a mais antiga da Europa. E os seus chás – preto e verde – são conhecidos pelas suas propriedades em vários domínios do bem-estar humano.

📸 GA!

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