Mesão Frio: um milénio depois “aqui também há gente”…

A quinta de Margaride e a freguesia de Mesão Frio reclamam a mesma data de nascimento: 14 de Junho, o dia em que completaram 1000 anos.


Foi uma cerimónia simples, a que assinalou o milénio da Villa Margaridi, que outrora “pertenceu à Condessa Mumadona Dias”. E “um dos primeiros lugares conhecidos da sua herdade Vimaranes, no Condado Portucalense, onde já era notada a Igreja de São Romão”.

Para além de José Couceiro Costa e família, habitante e residente na quinta, de Isa Brandão e Alcino Sousa, presidentes da Assembleia e Junta de Freguesia de Mesão Frio, e membros dos órgãos autárquicos locais e de representantes das associações, mais ninguém notou esta facto histórico e cultural, não fora a Villa Margaridi um exemplar raro de biodiversidade, uma quinta bem conservada e cuidada, um tesouro natural.

O milénio de uma quinta, hoje, também, alojamento local, teve mesmo uma comemoração doméstica, singela e pacata que só a fanfarra dos escuteiros de Mesão Frio, destoou no silêncio com que tal data foi invocada.

José Couceiro Costa, defendeu o 14 de Junho, como “o dia Um de Mesão Frio e da quinta de Margaride”; Isa Brandão, presidente da Assembleia de Freguesia, lembrou que “aqui também há gente que mesmo não tendo nascido cá, aqui vive e constitui família; aqui também há gente que, mesmo não sendo de cá, faz de cá o seu sustento, a educação dos seus; aqui também há gente, mesmo não sendo, nem vivendo, nem trabalhando cá, por cá passa e nos reconhece”.

E sublinhou que “reconhecer-nos, é identificar os nossos, os nosso lugares e a nossa história, os nossos feitos e as nossas associações”. Acrescentando que “reconhecer-nos, é atestar que há crianças e jovens que aqui crescem felizes, estudam e se fazem gente”.

© GA!

“O orgulho que hoje temos o prazer de pisar as terras onde tudo começou, nesta simpática quinta de Margaride, onde se pode reviver a sua história…”

Depois de salientar que “o orgulho que hoje temos o prazer de pisar as terras onde tudo começou, nesta simpática quinta de Margaride, onde se pode reviver a sua história”, Isa Brandão disse que a “agora Guimarães não é só Berço, nem é só história, é também Mesão Frio, que se constitui nestas terras da Villa Margaridi e une desde aqui, parte da muralha urbana da cidade, à rural, em direcção a Fafe”.

E fez votos para que “saibamos estar à altura desta história que queremos ver perpetuada, onde possamos escrever mais um marco importante para os próximos 1000 anos, a partir de hoje: o Berço do futuro”.

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