Vitória: chegou o “Henriques, Conquistador”

João Henriques chega a Guimarães e ingressa no Vitória, como treinador, animado pela “confiança” da estrutura da SAD e crente na “qualidade do plantel”.

Depois de dois treinos, sessões fotográficas e a gravação de um vídeo para alimentar a comunicação do Vitória, o novo treinador subiu ao relvado do estádio D. Afonso Henriques não para orientar a equipa mas para dirigir algumas palavras para a opinião pública através dos órgãos de comunicação social.

Se as palavras escolhidas pelo treinador, são lugares comuns no futebol, o mais curioso foi o cognome que ele adoptou para usar em Guimarães: “Henriques, o Conquistador”.

Fê-lo com a naturalidade que baste e com a simpatia suficiente para conquistar dirigentes, jogadores e adeptos.

Destacou o “orgulho imenso” que o faz treinador do Vitória, de “corpo e alma”, capaz de “maximizar e potenciar” jogadores “com talento” e atingir “objectivos” traçados e “resultados” condizentes com “a dimensão do clube”.

João Henriques sabe que “os adeptos se identificarão connosco”, se a equipa ganhar e considera essencial que a crise de saúde pública seja ultrapassada, de modo a que o estádio volte a encher. Considerou, que no caso do Vitória, não ter adeptos nas bancadas, “é uma menos-valia, nos jogos em casa e nos jogos fora”.

© Vitória SC

Foi dando algumas garantias, de que “estamos motivados, confiantes e organizados” e que, no final da época, o Vitória “acabará no lugar que merece”, pois, convidou os jornalistas a virem mais vezes ao estádio “para comemorar as várias vitórias” que a equipa vai conseguir, em todas as provas.

Prometeu “dignificar a história imensa do Vitória, dentro das quatro linhas, com bons resultados”, aceitando, por isso, a ambição e o risco que a sua vinda acarreta. “Representar o Vitória é fácil” – defendeu – pois “com a confiança dos dirigentes, o conhecimento e a valia do plantel”, a integração no clube vai acontecer “de corpo e alma”.

João Henriques, assegurou que já se inteirou sobre “a valia do plantel do VSC, pelos jogos que via pela televisão” e depois “dos dois treinos que a equipa fez com a minha orientação, reforcei a ideia dessa qualidade”. E sem receios de errar, sustentou, que “o mercado está fechado mas o plantel tem qualidade, para fazer o que nos propusemos”.

“As batalhas vão ser muitas, nas diversas competições e em todas nos empenharemos em jogar para ganhar…”

Sabendo que, há dois rivais, na rota competitiva do Vitória, em duas jornadas consecutivas, com Boavista e Braga, João Henriques assumiu que mesmo com apenas duas semanas de trabalho, “é o desafio que eu esperava”, pois, o Vitória no seu currículo é “o maior clube que represento”. “As batalhas – continuou – vão ser muitas, nas diversas competições e em todas nos empenharemos em jogar para ganhar”. Especificou que gostaria de orientar o Vitória, em nova final four da Taça da Liga, adiantou que no Bessa, o Vitória entrará em campo “com espírito de conquista”.

Esclareceu que ganhando jogos, “o céu será o limite das nossas ambições, em termos de classificação”, não importa a prova, pois, todas as contas serão feitas no final.

Reconheceu aos adeptos a sua preponderância em jogos em casa e fora, elogiando-os, já que “com eles dentro do campo o Vitória fica mais forte”. Daí que o diálogo da equipa com os adeptos será feito à base “dos resultados”, com os quais o treinador pretende “motivá-los no seu apoio à equipa”. Confia que “a equipa vai trazer os adeptos” para o seu lado.

Por fim, considerou que sendo o plantel jovem e tendo vários jogadores mais velhos, João Henriques acredita que “é essa mescla que dá qualidade ao plantel, potência os novos jogadores que se habituam a crescer num ambiente de maior exigência e no meio de colegas mais experientes”. Acredita que “com estes jogadores vamos fazer boas coisas”, sublinhando que “o talento não tem idade”, uma frase que não é sua mas que subscreve.

© 2020 Guimarães, agora!

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