Vitória: um Cortés que não dança mas quer jogar à bola

As contratações e dispensas para a construção do plantel para a época que já começou, tem sido um quebra cabeças para António Miguel Cardoso.


O presidente tomou as rédeas e a responsabilidade pela contratação de novos jogadores, pelas dispensas e empréstimos, numa purga, nunca vista, de dispensar um inusitado número de jogadores.

Antoñín Cortés, espanhol, que joga a extremo, é mais um caso deste paradigmático jogo de entradas e saídas que obrigam a adequar os recursos humanos, no futebol profissional à realidade financeira do clube.

Emprestado, por uma época, sem custos e com opção de compra de 800 mil euros, o jogador malaguenho, já representa a selecção sub-21 de Espanha e jogou em clubes como o Málaga, Rayo Vallecano (em 2020/21), depois de ter sido formado no CD El Palo.

“Tenho garra, força, vontade de correr, de lutar e de conquistar”.

Chegou vindo do Granada, onde actuou a extremo. Ao site do Vitória declarou que “o Vitória é um clube de muita garra, de muita luta, que está sempre forte, e eu identifico-me com esses valores. Tenho garra, força, vontade de correr, de lutar e de conquistar. Quero também acrescentar com golos, assistências e dribles que ajudem a equipa”.

Em Guimarães, Antoñín Cortés terá a sua primeira experiência internacional. “Quando me falaram da possibilidade de vir para o Vitória, e toda a gente sabe que o Vitória é um grande clube, um clube histórico, tive muita vontade de vir para cá e lutar em prol da equipa porque é um grande clube. Estou com muita vontade de fazer parte do grupo de trabalho e conhecer os meus colegas” – declarou.

📸 Vitória SC

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