Fest’In Folk: à procura de um lugar em festivais internacionais

É o festival folclórico da Corredoura em versão citadina, em modo internacional, que coloca as danças no espaço urbano.


O festival começou com uma exposição. “O Mundo a Trajar em Guimarães” vê-se no GuimarãeShopping e até 14 de Agosto não vão faltar iniciativas, didácticas e exibicionismo, desfiles e actuações que contam com grupos de folclore de vários países.

Um workshop de dança, originais do Brasil, teve a participação de grupo artístico-cultural e meio ambientalista Chalana, juntamente com a exposição.

Outra iniciativa do género viu-se no Centro Histórico, organizado pelo grupo da Guiné-Bissau, Grupo Cultural Netos de Bandim e pelo da Geórgia, Folk Dance Ensemble “Erisa”.

O presidente do Grupo Folclórico da Corredoura, Henrique Macedo, que organiza o festival, explicou que o Fest’In Folk surgiu do desejo de trazer para Guimarães, pela sua cultura e tradição, um evento semelhante aos diversos festivais deste género em que participaram, a nível internacional. 

Como sócios do CIOFF – Conselho Internacional de Organizações de Festivais de Folclore, parceiro oficial da UNESCO, o desejo da organização é colocar o Fest’In Folk na agenda internacional dos festivais de folclore.

Esta edição conta com grupos culturais do Brasil, Equador, Eslovénia, França, Guiné-Bissau, Geórgia e Portugal.

📸 Direitos Reservados

“O espírito CIOFF é muito mais do que cantar, dançar ou apresentar os seus trajes”.

Segundo Henrique Macedo, estes participantes foram seleccionados por pertencerem ao CIOFF e, por isso, “garantem, desde logo, qualidade, responsabilidade e espírito CIOFF. O espírito CIOFF é muito mais do que cantar, dançar ou apresentar os seus trajes, é fazer a partilha de várias culturas, várias tradições”.

Henrique Macedo acredita que o Fest’In Folk se distingue dos restantes festivais de folclore pelo programa vasto e diferente. Destaca que, para além das actividades que decorrem de acordo com a programação oficial, alguns dos grupos estão, simultaneamente, a actuar em diversos lares, de modo a “levar as tradições e a cultura a quem tem dificuldade em assistir às galas”.

Realça, também, o facto de o programa incluir três galas, quantidade que não é típica ou fácil de organizar nestes eventos.

Na próxima edição, a perspectiva é que o festival esteja oficialmente certificado pelo CIOFF, integrando a agenda oficial do Conselho, para que possa ganhar “uma nova pujança e maior tamanho”

Este ano é crucial para obter a certificação, mas Henrique Macedo está confiante que o Fest’In Folk irá obter uma avaliação positiva.

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